Ele estava internado no hopital Sírio Libanês por causa de um câncer no intestino
O ex-prefeito de São Paulo Celso Roberto Pitta do Nascimento morreu, por volta das 23h30 desta sexta-feira (20), no Hospital Sirio Libanês. A informação foi confirmada por pessoas próximas à família.
A Assessoria de Imprensa do hospital ainda não se pronuncia sobre o falecimento de Pitta, a pedido da família. Ele estava internado por conta de um câncer no intestino. A atual esposa do ex-prefeito Roni Golabek só deve falar sobre a morte por volta de 9h deste sábado (21).
O velório deve acontecer na Assembléia Legislativa de São Paulo.
Pitta administrou São Paulo de 1997 a 2000, neste período teve seu nome envolvido em uma série de denúncias. A principal delas foi o esquema de corrupção batizado de “escândalo dos precatórios”.
Em julho do ano passado, durante as investigações da Polícia Federal na Operação Satiagraha, Pitta foi investigado por corrupção passiva, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e organização criminosa. Também foram alvos desta operação o investidor Naji Nahas e o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity.
Para Refletir
O lenhador e a raposa
Antonio acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando muito tarde da noite.
Ele tinha um filho lindo de poucos meses, e uma raposa, sua amiga, por ter perdido sua mulher há pouco tempo,
tratava a raposa como bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o Antonio ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê.
Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com a sua chegada, lembrava sua esposa falecida.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem, e, portanto não era um animal
confiável, e quando sentisse fome comeria a criança.
E o Antonio dizia com grande coração, a raposa é de minha máxima confiança e jamais faria isso.
Hei!!! Jamais ela vai comer meu filho.
Um dia Antonio, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou em casa e viu a raposa com sua boca
totalmente ensangüentada.
O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, acertou um machado na cabeça da raposa.
Desesperado, entrou correndo no quarto.
Encontrou seu filho no berço, dormindo tranqüilamente, e ao lado do berço uma cobra morta.
Siga seu coração e louve a Deus, agradecendo de todo coração, você terá liberdade em cristo Jesus!!!!!!!!!!!
Estados de Alma
O que é insônia?
A insônia não é definida pelo número de horas de sono ou pela dificuldade de dormir. As pessoas normalmente variam na sua necessidade e na sua satisfação com o sono. A insônia é o sono inadequado ou de baixa qualidade devido a um ou mais dos seguintes fatores:
• Dificuldade para iniciar o sono;
• Acordar freqüentemente durante a noite com dificuldade para voltar a dormir;
• Acordar muito cedo pela manhã;
• Sono não revitalizante.
A insônia pode causas problemas durante o dia, tais como cansaço, falta de energia, dificuldade de concentração e irritabilidade.
A insônia pode ser classificada como transitória, intermitente e crônica. A insônia por uma única noite ou por poucas semanas é chamada de transitória. Se os episódios de insônia transitória ocorrerem de tempo em tempo, a insônia é chamada de intermitente. A insônia é considerada crônica quando ocorre na maioria das noites e por um mês ou mais.
A insônia ocorre em homens e mulheres de todas as idades, embora pareça ser mais comum nas mulheres (especialmente após a menopausa) e em pessoas com 60 anos de idade ou mais velhas.
Causas de insônia
Existem muitas causas de insônia. A insônia transitória e intermitente geralmente ocorre em pessoas que estão temporariamente passando por uma ou mais dessas situações:
• Estresse
• Barulho no ambiente
• Temperaturas extremas
• Mudança no ambiente
• Problemas com os horários de sono
• Efeitos colaterais de medicamentos.
A insônia crônica é mais complexa e freqüentemente resulta de uma combinação de fatores, incluindo distúrbios físicos e mentais. Uma das causa mais comuns de insônia crônica é a depressão. Outras causas incluem artrite, doença nos rins, insuficiência cardíaca, asma, apnéia do sono, narcolepsia, síndrome das pernas inquietas, doença de Parkinson e hipertireoidismo.
Entretanto, a insônia crônica pode também ser devido a fatores comportamentais, incluindo o abuso de cafeína, álcool, ou outras substâncias; interrupção do ciclo sono/vigília e pode ocorrer também com mudanças no trabalho ou outras atividades noturnas e estresse crônico.
Além disso, os comportamentos a seguir podem perpetuar a insônia em algumas pessoas:
• Expectativa e preocupação com a dificuldade para dormir;
• Ingestão excessiva de cafeína;
• Ingerir bebida alcoólica antes de ir pra cama;
• Fumar cigarros antes de ir pra cama;
• Cochilos excessivos durante o dia;
• Horários irregulares ou interrupções freqüentes do ciclo sono/vigília.
Esses comportamentos podem prolongar a existência da insônia, e podem também ser os causadores primários do problema com o sono. Parar com esses comportamentos pode eliminar a insônia.
Conseqüências da insônia
Uma única noite sem dormir bem já pode trazer prejuízos e quanto maior a privação do sono maior serão os efeitos da insônia. A falta do sono pode afetar múltiplos aspectos de uma pessoa, sendo a habilidade de atenção o maior deles. São freqüentes os lapsos, popularmente chamados de "pescadas", durante o dia, que podem atrapalhar nas atividades diárias.
A insônia crônica é mais complexa. É freqüente entre as insônias secundárias o aumento da fadiga e sonolência diurna. Entretanto, algumas pessoas com insônia crônica são muito alertas durante o dia mesmo com a diminuição das horas de sono, o que suporta a hipótese de que a insônia seja um distúrbio de hiperatividade.
Os distúrbios mais comumente associados à insônia são os psiquiátricos, entre os quais, a depressão é mais freqüente. A prevalência de distúrbios psiquiátricos está em torno de 40 a 50%. É tradicionalmente aceito que a insônia seja secundária aos distúrbios psiquiátricos, mas em alguns casos a insônia pode preceder o distúrbio psiquiátrico.
As pessoas com insônia apresentam maiores taxas de faltas na escola e trabalho, acidentes, diminuição da produtividade, diminuição da qualidade de vida, e piora da memória.
Diagnóstico
As pessoas com insônia devem ser avaliadas por um médico, que irá avaliar sua história médica e de seu sono. Estudos do sono podem ser recomendados, mas apenas se houver a suspeita de que o paciente tenha um distúrbio primário do sono, como apnéia obstrutiva do sono ou narcolepsia.
O que fazer para acabar com a insônia?
O tratamento da insônia irá depender do seu tipo e causa. Quando a insônia é secundária a um outro distúrbio, esse deve ser tratado.
Alguns medicamentos podem ser usados no caso de insônia transitória como os benzodiazepínicos, não devendo ser usados por mais de uma semana. Quando a dor aguda for à causa da insônia deve-se utilizar analgésicos para o controle da dor.
Na insônia crônica, os antidepressivos podem ser apropriados em caso de distúrbios psiquiátricos. O uso prolongado de benzodiazepínicos deve ser evitado devido à possível tolerância e dependência.
Alguns cuidados importantes devem ser tomados para se obter um bom sono:
• Manter um ciclo regular de sono/vigília. Levantar cedo da cama pela manhã, mesmo que não tenha tido um bom sono.
• Evitar cochilos durante o dia e no lugar dos cochilos, fazer exercícios.
• Preservar a cama para o sono e sexo. Evitar outras atividades na cama, como ler ou assistir televisão.
• Minimizar o consumo de álcool e evitar a cafeína a tarde e a noite. Não comer alimentos de difícil digestão logo antes de ir para a cama.
• Garanta um ambiente propício para o sono com temperatura agradável, silêncio e escuro.
• Se alguma coisa o preocupa e está te tirando o sono, coloque o problema para descansar escrevendo-o em um papel e ponha-o de lado até de manhã.
• Não fique tentado cair no sono por muito tempo, isso só irá piorar as coisas. Se você não conseguir dormir após 20 a 30 minutos, levante da cama, faça algo relaxante, e volte para a cama quando você sentir sono.
• E por último, evite a automedicação. Procure sempre um médico que irá avaliar o tipo de insônia e indicará o melhor tratamento.